segunda-feira, 9 de abril de 2012

Saúde em segundo plano


Quando entramos em um posto de saúde e reparamos na maneira como se é atendido, nos locais de espera, no estado de limpeza, na demora para conseguir ser consultado, no diagnóstico médico e na disposição de remédios gratuitos, percebemos que a saúde publica no Brasil é pessima.
Sim, é verdade que em termos de saúde publica nosso país é uma vergonha, mas no quesito profissionais não se esqueça que temos uns dos melhores do mundo infelizmente não sabem muito bem administrar suas carreiras e acabam se tornando parte do atendimento ruim. O nosso governo prefere investir no crescimento dos bolsos dos políticos, enquanto a saúde e a educação acabam sendo deixadas de lado.
Tiramos como exemplo a obra imensa em que foi feita no Estado de Minas Gerais da cidade administrativa em que se gastou milhões, porém continuamos precários em relação a saúde
 Concluimos que, a saúde publica no Brasil entra presidente sai presidente as coisas continuam da mesma maneira, até porque as reformas que os presidentes querem fazer têm que passar por votação na câmara, sendo assim continua tudo como está.

Por: Victor Machado Dayrell

Papel da Saúde Pública



                   A saúde pública centra sua ação a partir da ótica do Estado com os interesses que ele representa nas distintas formas de organização social e política das populações. Na concepção mais tradicional, é a aplicação de conhecimentos (médicos ou não), com o objetivo de organizar sistemas e serviços de saúde, atuar em fatores condicionantes e determinantes do processo saúde-doença controlando a incidência de doenças nas populações através de ações de vigilância e intervenções governamentais. 
 
Por: Patrick Lima

Precariedade da Saúde Publica

               Falta de médicos de saúde pública é já uma realidade e está focada nas funções erradas. Por isso, a vigilância de doenças e as ameaças à saúde não estão a ser devidamente acauteladas. Quando há problemas ou crises, a resposta é “semelhante à de uma urgência”
               A vigilância de doenças e ameaças à saúde não está a ser devidamente acautelada no País. Especialistas dizem que estas são as suas funções mais importantes, mas que estão a ser colocadas em segundo plano, porque os médicos estão a fazer “tarefas burocráticas e com menor impacto na saúde das populações”, diz Pedro Serrano, do colégio da especialidade de saúde pública da Ordem dos Médicos (OM). “As ameaças têm sido encaradas, mas como se estivéssemos numa urgência”, diz. Esta área é ainda uma das menos escolhidas pelos internos. Perto de 176 vagas ficaram livres desde 2001, a que se junta o problema de muitos internos desistirem a meio. 
Tal como acontece noutras especialidades, a saúde pública sofre com a má distribuição de recursos, mas sobretudo com a falta de entradas. Se nos últimos anos há menos vagas por preencher, nesta e noutras especialidades, “é porque o Ministério da Saúde tem ajustado às vagas à procura”, refere o médico. Em funções no sector público estarão “300 a 350, mas seriam necessários 500 a 600″.
               Dados da OM indicam que há 438 médicos de saúde pública, mas 400 já têm mais de 46 anos. Essa falta de renovação repercute-se em várias regiões como a do Algarve. De acordo .com o delegado regional adjunto de saúde pública, João Camacho, “há 23 médicos na região e os mais novos têm 50 anos”. O responsável diz que “metade das vagas locais estão hoje por preencher”. E as consequências? “Se houver um problema grave de saúde pública, imaginemos, uma gripe das aves, não temos capacidade para gerir o problema”
               Em muitas localidades há apenas um médico de saúde pública e há casos em que não há especialista. No Alentejo, refere João Camacho, “há dois ou três médicos ao todo”.


                Por: Patrick Lima


Por que ter um plano de saúde ?

Em nosso país muitas pessoas não têm um plano de saúde por acharem que não há necessidade. No entanto, só vão ver a verdadeira importância quando precisam de um atendimento médico ou algo referente a saúde, pois é aí que se lamentam por não terem um. Ter um plano de saúde, principalmente hoje em dia, é sinônimo de maior segurança ao associado e toda sua família, pois garante a todos um atendimento de maior qualidade no momento de necessidade, assim como descarta a hipótese de ter de ficar esperando por meses uma consulta e ainda mais para realizar um exame.
Se formos pensar em um país desenvolvido, isto não é necessário, pois os países desenvolvidos tem um excelente sistema de saúde pública. Como vivemos no Brasil, nossa realidade é outra e a saúde publica por aqui continua precária.Dessa forma os planos de saúde na vida de uma pessoa são de suma importância. Por conta dessa precariedade de nosso sistema de saúde publica é que muitas pessoas estão morrendo em filas de hospitais a todo o momento, sem ao menos ter a oportunidade de saber o que realmente tinham e sem o direito de um tratamento digno. Já com o auxílio de um plano de saúde o atendimento é muito mais rápido e ainda oferece mais opções do local de atendimento. Ter um plano de saúde ainda nos traz maior tranquilidade na hora de realizar tratamentos médicos, pois esses são bastante caros e não é sempre que estamos preparados financeiramente para arcar com essas despesas em um momento de emergência. Portanto, se você tem condições para ter um plano de saúde, comece a procurar um agora mesmo, pois para entender a importância de ter um plano de saúde é só pensar o quanto vale a sua vida e de toda sua família.

Por: Victor Machado Dayrell

Brasil registra queda de 62% nos casos de dengue no início do ano

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo: a cada ano, cerca de 20 mil pessoas morrem em consequência dessa doença. No Brasil, ela é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti fêmea, portadora do vírus dessa doença.
Uma pessoa que ja teve dengue se torna imune so o tipo de dengue que provocou a doença, mas existe o risco de se infectar novamente pelos outros três. A transmissão só ocorre da forma que foi mencionada: não existe a possibilidade de uma pessoa portadora passar dengue para outro indivíduo.
O número de casos de dengue no Brasil reduziu em 62% de 1º de janeiro a 11 de fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 40,4 mil. Segundo o Ministério da Saúde, o resultado se deve às ações de prevenção e controle da doença desenvolvidas em todo o país.
Mas em alguns estados teve aumento dos casos da doença, como Tocantins, Mato Grosso do Sul e Pernambuco. Dos 536 municípios avaliados, 356 apresentam alta presença do mosquito transmissor. A Bahia lidera em número de cidades com maior chance de surto da doença. São 23 dos 91 estados que mais preocupam o Gorverno Federal. Para estas regiões, a destinação de recursos será 20% maior. O Ministério da Saúde informa que em todos os anos os indices de dengue são maiores de janeiro a maio.

Por: Igor Marques

Surgimento da Saúde Publica

De acordo com a história e como a humanidade vai evoluindo podemos notar que a saúde pública começa a se desenvolver no Renascimento, correspondendo assim ao desenvolvimento do Estado Moderno. A maioria das pessoas pensam no que é saúde, pensam logo no exercício físico (ginástica) e dieta, isso porque a saúde não é originalmente um conceito científico, mas uma idéia comum, ao alcance de todos.
Podemos ver então na história,que para a antigüidade grega o termo hygieia significa “o estado daquele que está bem na vida” e tem um sentido bastante positivo. Mesmo com a incorporação do sentido de cura e, portanto, com a formação da medicina, ainda a higiene alimentar e o exercício físico são
caracterizados como importantes elementos de cura.
Platão aumenta um pouco mais a idéia de saúde acrescentando-lhe o campo da alma e a necessidade de que ele mantenha relação adequada com o corpo, para que assim haja um equilíbrio interno do homem e dele
com a organização social.Para a antiguidade grega a natureza é sinônimo de saúde.
Durante a Idade Média, o saber culto continua a privilegiar o equilíbrio na definição de saúde tratados como ginástica e dieta são publicados como receitas de saúde para os não-médicos.

No Renascimento, um fato importante para a compreensão do conceito de saúde pública foi a preocupação das cidades em prestar cuidados aos doentes pobres que não tinham condições em suas casas ou hospitais aumentando o poder das cidades em matéria de higiene.Dessa forma temos o surgimento real da Saúde Publica.

Por: Victor Machado Dayrell

O Sistema de vacinação no Brasil

          Vacina é o mecanismo usado para controlar algumas doenças infecto-contagiosa. Consiste na inoculação de um antígeno na corrente sanguínea de uma pessoa, visando à produção de anticorpos e também  é a maneira mais eficaz de se evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B e febre amarela, entre outras.
           A pessoa vacinada é aquela que recebeu uma dose da vacina, independentemente de ter recebido o esquema completo e a pessoa imune é aquela que possui anticorpos protetores específicos contra determinado agente infeccioso. Essa imunidade pode ser adquirida naturalmente (pela doença) ou artificialmente (pela imunização adquirida por meio da vacinação).
           As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e têm o objetivo de erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.
O Programa foi criado em 1973, regulamentado pela Lei nº 6.259, de 30/10/1975, e pelo Decreto nº 78.231, de 30/12/1976, representando um instrumento destinado à proteção da população brasileira contra doenças que podem ser evitadas com o uso de imunobiológicos, incluindo as vacinas. Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) preconiza a vacinação para a família e, além da imunização de crianças, oferece também a vacinação para adolescentes, adultos, idosos, povos indígenas e populações com necessidades especiais.
           O Programa coordena e define normas e procedimentos técnicos e científicos articulados às secretarias de estado e estas com as secretarias municipais, mediante ações estratégicas sistemáticas de vacinação da população, com base na vigilância epidemiológica de doenças imunopreveníveis e inovações tecnológicas da área. Também tem o papel de adquirir, conservar e distribuir os imunobiológicos que integram os calendários de vacinação do PNI nas aproximadamente 34 mil salas de vacina em todo o país.
           Do ano de 1804 a 2010 houve vários avanços no sistema de saúde brasileiro e vários surto de vírus e doenças que houve a necessidade de uma melhora neste sistema e segundo o site Portal da Saúde em 2011 ''a vacinação contra a influenza foi ampliada para as crianças na faixa etária de seis meses a menores de dois anos, gestantes, trabalhadores de saúde das unidades básicas que fazem atendimento para a influenza e povos indígenas, além dos idosos com 60 anos e mais de idade.''

Por: Igor Marques